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Polícia investiga ameaça de ataque armado a escola no Jardim Ingá, Luziânia (GO)

Secretaria de Educação do Estado de Goiás informou que polícia investiga a autoria das ameaças



A Polícia Civil do Estado de Goiás investiga a autoria de ameaças nas redes sociais contra a comunidade de uma escola pública em Luziânia (GO), no Entorno do Distrito Federal. As mensagens foram enviadas ao diretor do Colégio Estadual Vasco dos Reis Gonçalves, no distrito de Jardim do Ingá, na noite deste domingo (6), e deixaram pais, alunos, funcionários e professores em estado de alerta.


Em uma das ameaças, houve a publicação da imagem de uma arma; em outra, relembra-se o atentado que resultou na morte de sete pessoas em uma escola de Suzano, no interior de São Paulo, em março de 2019. "Vai todo mundo morrer", fiz o texto das mensagens. A investigação está sob responsabilidade da delegacia da cidade e conta com o auxílio de investigadores especializados em crimes cibernéticos. O comando regional da Polícia Militar em Luziânia também acionou o serviço de inteligência da PM goiana, que acompanha as investigações. O superintendente de Segurança Escolar e Colégio Militar da Secretaria de Educação do Estado de Goiás, Mauro Vilela, manifestou preocupação com o caso e informou que o policiamento na escola foi reforçado.


"O adolescente ainda não foi identificado, e estamos verificando a veracidade das mensagens. Há uma preocupação com o ambiente escolar como um todo. Então, assim que soubemos, acionamos as polícias da cidade para que intensificassem o policiamento nas redondezas da escola e em outros colégios da região", detalhou. Medo nas salas de aula


Embora a intimidação tenha assustado a comunidade escolar, as aulas não foram suspensas nesta segunda-feira (7). "Recebemos uma mensagem do diretor na noite de domingo. Hoje de manhã, tivemos aula normal, mas com poucos alunos – muitos estão com medo. Na parte da tarde, também teremos aula. Estamos em alerta", comentou um professor, que não quis se identificar.


"Não sabemos se foi um aluno que fez as ameaças, mas, por enquanto, está tudo normal. Tomamos todas as medidas cabíveis junto à polícia", reforçou o diretor da escola, João Antônio.

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