Depois de ter ficado com hospital de Luziânia fechado por 4 anos, Cristóvão critica reabertura

Em programa de rádio, Cristóvão criticou a decisão de estadualizar o então hospital regional de Luziânia.

Reprodução da internet

Em entrevista concedida ao programa de rádio, momento do povo, o prefeito de Luziânia, Cristóvão Tormin, avaliou de forma negativa a reabertura do hospital por meio da estadualização. A resposta foi dada quando ele foi interpelado por uma ouvinte a respeito do porquê o município não possuir mamógrafos.


Em sua resposta, Cristóvão informou que antes de ser afastado o município havia adquirido três mamógrafos, porém, com a estadualização, os equipamentos foram doados para o estado. Em tom de crítica, ele respondeu que não deveria ter sido estadualizado, e sim, realizado um convênio com o estado.


O áudio da resposta do prefeito tem circulado nas redes sociais, muitos internautas estão questionando o porquê ele não reabriu o hospital quando estava à frente da prefeitura antes de ser afastado por suspeita de crime de assédio sexual, principalmente tendo em vista que na sua visão o convênio seria a melhor saída.

Sobre a estadualização


A proposta e as articulações junto ao governo para estadualização do hospital partiram do deputado estadual Diego Sorgatto. É importante destacar que o projeto de estadualização foi apreciado e votado pela câmara municipal de vereadores, e inclusive foi aprovado por unanimidade, todos os parlamentares votaram a favor, até mesmo os vereadores da base de Cristóvão.


A crítica de Cristóvão foi contra inclusive a opinião de seu aliado, Wilde Cambão (PSD), que também foi a favor da estadualização do hospital. Confira entrevista de Cambão ao Jornal O Democrático.

Após passar o período de pandemia, o hospital de Luziânia será readaptado para anteder toda população, contará com 20 leitos de UTIs, mamógrafos e diversos equipamentos para atendimentos em inúmeras áreas.

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